Diversos Mutuários do IPESP, antigo Instituto de Previdência do Estado de São Paulo e que alterou sua denominação para Instituto de Pagamentos do Estado de São Paulo, vêm sendo cobrados por saldos residuais ilegais, resultantes de um cálculo abusivo e apurado após o pagamento da última prestação.

A entidade age com tanta má fé que não modificou o nome de instituição, que nada tem a ver com o antigo Instituto de Previdência, atualmente denominado SPPREV, que inclusive tem proposto ações como sendo o IPESP, o que é litigância de má-fé

Em alguns casos já tramitam na justiça ações de reintegração de posse, com base em uma dívida abusurda e ilegal, inclusive, a manutenção do nome IPESP, sendo que algumas tramitam como autora o IPESP e outras o SPPREV, sendo que este último não tem nenhuma relação jurídica com os mutuários.

Em outros casos mutuários fizeram acordos com o referido instituto, que podem ser anulados na justiça, assim como é possível provar a inexistência da dívida.

Alguns mutuários chegaram a perder seus imóveis, impossibilitados de pagar o absurdo dos valores apurados.

Todos os casos, acordos, ações de reintegração de posse e até mesmo a perda os imóveis tem solução jurídica e a Associação Paulista dos Mutuários já tem precedentes nestes casos.
TODAS AS COBRANÇAS SÃO ILEGAIS E TÊM SOLUÇÃO JUDICIAL, PODENDO, INCLUSIVE, GERAR INDENIZAÇÃO CONTRA O IPESP POR DANOS MORAIS. ENTRE EM CONTATO PARA MAIORES ESCLARECIMENTOS.
Após ser condenada a revisar todos os contratos de financiamento da casa própria dos Mutuários dos Conjuntos Habitacionais Selmi Dey e Yolanda Ópice, do Município de Araraquara, com o expurgo da capitalização de juros da tabela price, em ação promovida pela Associação Paulista dos Mutuários em conjunto com a Associação dos Mutuários de Arararaquara - AMAR, os responsáveis pela Companhia de Habitações Popular Bandeirante agora poderá ter que responder por diversos crimes cometidos contra o Sistema Financeiro de Habitação, Sistema Financeiro Nacional, estelionato, crime de sonegação fiscal, crimes contra ordem tributária e, inclusive, formação de quadrilha.
A Associação Paulista dos Mutuários do S.F.H. protocolizará, ainda este mês, a representação perante o Ministério Público da Defesa do Consumidor, muito embora tais denúnicas já tenham sido encaminhadas ao Tribunal de Justiça de São Paulo.

A Cohab/Bandeirante já havia sofrido uma ação promovida pelo Ministério Público de Defesa do Consumidor, onde foi condenada a devolver aos mutuários as taxas cobradas indevidamente nos contratos de financiamento.

A revisão dos contratos dos Mutuários dos Conjuntos Habitacionais Selmi Dey e Yolanda Ópice está prevista para os próximos dias, quando se iniciará a execução do Acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

A Cohab/Bandeirante ingressou com recurso especial perante o STJ, porém este não tem efeito suspensivo e o início do processo de execução do Acórdão depende apenas da elaboração da fórmula de cálculo que obedeça a determinação daquele Tribunal
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Muito embora tenha iniciado suas atividades em 1992, somente em 4 de abril de 1994 a Associação Paulista dos Mutuários do S.F.H. foi constituída legalmente com a inscrição de seus Estatutos e Atas nos órgãos legais.

Durante estes vinte anos atuou praticamente em todo o Estado de São Paulo, garantindo os direitos dos Mutuários do Sistema Financeiro de Habitação.

Foram muitas lutas, muitas vitórias e conquistas, tendo garantido a moradia a milhares de famílias, que de outra forma teriam perdido seus imóveis e o sonho da casa própria.

Muito embora em uma luta desigual, devido ao poderio econômico dos Agentes Financeiros, prevaleceu sempre a Justiça, quando o litígio judicial foi necessário, nunca tendo a Entidade promovido qualquer forma de manifestações de cunho político ou movimentos que desrespeitassem a ordem social.

Nestes 20 anos atuamos em mais de 200 municípios, seja em condomínios, conjuntos habitacionais, unidades residenciais isoladas, com a certeza de que em todos os locais os Mutuários foram beneficiados com os resultados das ações promovidas pela Entidade, muitas vezes em conjunto com o Ministério Público.

Neste momento uma decisão favorável beneficia cerca de 600 famílias de Araraquara, sendo que muitos, que tinham não só prestações altíssimas, mas também saldos devedores absurdos podem até ter seus imóveis quitados na execução de sentença.

Continuaremos nossa luta, sempre na certeza e confiança que a justiça prevalecerá, mesmo que às vezes morosa, mas garantindo que a casa própria é um direito do cidadão que vai muito além de própria Constituição.
O Presidente da Associação Paulista dos Mutuários, Jorge Lopes Chinalia (foto) esteve reunido, neste dia 05, com o Promotor da Defesa do Consumidor, Dr. Raul Mello, que atua na Ação Civil Pública que a Entidade promove contra a Cohab em favor dos Mutuários dos Conjuntos habitacionais Yolanda Ópice e Selmi Dey. O assunto foi o possível início das execuções de sentença, sendo que o Representante do MP ficou entusiasmado com os resultados e acredita que a vitória no Tribunal de Justiça trará benefícios a centenas de famílias.

Sua Excelência demonstrou alto interesse no feito e se comprometeu a atuar vigorosamente a favor dos Mutuários, que depois de longos anos poderão, em alguns casos, ter até mesmo seus imóveis quitados. Aguarda-se apenas o trânsito em julgado do acórdão no TJSP para início das execuções.